sábado, 7 de dezembro de 2013

O que foi a Santa Inquisição


O que foi a Inquisição?
Também chamada de Santo Ofício, essa instituição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta. Ela teve duas versões: a medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e Espanha, que durou do século XV ao XIX. Tudo começou em 1231, quando o papa Gregório IX - preocupado com o crescimento de seitas religiosas - criou um órgão especial para investigar os suspeitos de heresia. "Qualquer um que professasse práticas diferentes daquelas reconhecidas como cristãs era considerado herege", afirma o historiador Rogério Luiz de Souza, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atuando na Itália, na França, na Alemanha e em Portugal, a Inquisição medieval tinha penas mais brandas - a mais comum era a excomunhão -, embora a tortura já fosse autorizada pelo papa para arrancar confissões desde 1252. Já sua segunda encarnação surgiu com toda força na Espanha de 1478.
Dessa vez, o alvo principal eram os judeus e os cristãos-novos, como eram chamados os recém-convertidos ao Catolicismo, acusados de continuarem praticando o Judaísmo secretamente. "A justificativa desse retorno da Inquisição era a necessidade de fiscalizar a fidelidade desses conversos", diz outro historiador, Nachman Falbel, da Universidade de São Paulo (USP). A verdade é que esses grupos já formavam uma poderosa burguesia urbana que atrapalhava os interesses da nobreza e do alto clero. O apoio dos reis logo aumentou o poder do Santo Ofício, que, para piorar, passou a considerar como heresia qualquer ofensa "à fé e aos costumes". Por exemplo, quem usasse toalhas limpas no começo do sábado ou não comesse carne de porco era acusado de Judaísmo. A lista de perseguidos também foi ampliada para incluir protestantes e iluministas, homossexuais e bígamos.
As punições tornaram-se bem mais pesadas com a instituição da morte na fogueira, da prisão perpétua e do confisco de bens - que transformou a Inquisição numa atividade altamente rentável para os cofres da Igreja. A crueldade dos inquisidores era tamanha que o próprio papa chegou a pedir aos espanhóis que contivessem o banho de sangue. A migração de judeus expulsos da Espanha para Portugal, em 1492, fez com que a perseguição se repetisse com a criação do Santo Ofício lusitano, em 1536. O Brasil nunca chegou a ter um tribunal desses, mas emissários da Inquisição aportaram por aqui entre 1591 e 1767. Calcula-se que 400 brasileiros foram condenados e 21 queimados em Lisboa, para onde eram mandados os casos mais graves. Os inquisidores portugueses fizeram 40 mil vítimas, das quais 2 mil foram mortas na fogueira. Na Espanha, até a extinção do Santo Ofício, em 1834, estima-se que quase 300 mil pessoas tenham sido condenadas e 30 mil executadas.
A caminho da fogueira Na Espanha e em Portugal, a Inquisição abusava da crueldade para punir quem se desviasse da fé católica
1. O JULGAMENTO
A. A CHEGADA DA INQUISIÇÃO
Um grupo de monges do Santo Ofício chegava à aldeia e reunia toda a população na igreja. No chamado Período de Graça, que durava um mês, convidavam os pecadores a admitirem suas heresias. Quem se confessasse, em geral se livrava das penas mais severas
B. AS INVESTIGAÇÕES
Quem não aproveitasse o Período de Graça poderia ser denunciado. Como a Inquisição incentivava a delação, o pânico era generalizado: todos eram suspeitos em potencial. O acusado era convocado a se defender no tribunal
C. A SENTENÇA
O suspeito era interrogado por três inquisidores. Um deles, o inquisidor-mor, dava a sentença final. A defesa era difícil: raramente o réu tinha direito a um advogado. Para arrancar confissões, o Santo Ofício colocava espiões no encalço do suspeito e recorria a tenebrosas práticas de tortura
2. AS TORTURAS
A. ESCALA DE PUNIÇÕES
O inquisidor-mor variava a crueldade dos castigos conforme a heresia. Os mais leves incluíam deixar o acusado acorrentado, sem comer nem dormir por vários dias. Mas os relatos históricos registram outros bem mais dolorosos, como os aparelhos chamados potro e extensão. Para amedrontar os acusados, os carrascos faziam uma demonstração de como funcionavam esses dispositivos. Para abafar os gritos, era comum colocarem colchões nas portas
B. O POTRO
O livro Prisioneiros da Inquisição traz a história de Jean Coustos, mestre da loja maçônica de Lisboa, condenado pelo tribunal. Coustos passou pelos horrores do potro em 1743: "Me prenderam com uma argola no pescoço, um anel de ferro em cada pé e oito cordas que passavam por furos no cadafalso. Ao sinal dos inquisidores, elas foram puxadas e apertadas pelos carrascos. As cordas entravam na carne até os ossos e faziam jorrar sangue. Repetiram a tortura por quatro vezes. Perdi a consciência e fui levado de volta à minha cela sem perceber"
C. A EXTENSÃO
Seis semanas depois, o maçom foi submetido a outra tortura: a extensão. "As cordas, puxadas por um torniquete, faziam com que os punhos se aproximassem um do outro, por trás. Puxaram tanto que as minhas mãos se tocaram. Desloquei os dois ombros e perdi muito sangue pela boca. Repetiram três vezes o mesmo tormento antes de me devolverem à cela". Nos meses seguintes, Coustos ainda sofreu mais uma série de torturas até confessar. Foi condenado a quatro anos de trabalhos forçados em 1744
3. AS SENTENÇAS
A. O AUTO-DE-FÉ
Assim era chamada a cerimônia pública em que se liam as sentenças do tribunal. Os autos-de-fé geralmente ocorriam na praça central da cidade e eram grandes acontecimentos. Quase sempre o rei estava presente. As punições iam das mais brandas (como a excomunhão) às mais severas (como a prisão perpétua e a morte na fogueira)
B. QUEIMADOS VIVOS... OU MORTOS
A execução na fogueira ficava a cargo do poder secular. Se o condenado renunciasse às heresias ao pé do fogo, era devolvido aos inquisidores. Se sua conversão à fé católica fosse verdadeira, ele podia trocar a morte pela prisão perpétua. Quando descobria-se que um defunto havia sido herético, seu cadáver era desenterrado e queimado
C. MARCAS DA HUMILHAÇÃO
Para serem vistos pelo público, os prisioneiros subiam em um palco. Os que eram obrigados a vestir as chamadas marcas de infâmia, como a cruz de Santo André, chegavam a ser agredidos pela multidão. Outros levavam velas e vergastas nas mãos para serem chicoteados pelo padre durante a missa
O MAIS DESUMANO INQUISIDOR
Fanático. Cruel. Intolerante. Nos registros históricos, não faltam adjetivos depreciativos para definir o frei dominicano Tomás de Torquemada (1420-1498), o mais duro inquisidor de todos os tempos. Organizador do Santo Ofício espanhol, ele era confessor e conselheiro dos reis Fernando e Isabel. Em 1483, essa influência rendeu-lhe a nomeação de inquisidor-geral, responsável pelos 14 tribunais na Espanha e suas colônias. Logo de cara, autorizou a tortura para obter confissões, ampliou a lista de heresias e pressionou os reis a substituir a tolerância religiosa pela perseguição aos judeus e aos conversos. Resultado: ao final de sua gestão, mais de 170 mil judeus foram expulsos da Espanha e 2 mil pessoas viraram cinza nas fogueiras.
 A importância do Por intermédio da bula de 5 de dezembro de 1484, o papa Inocêncio VIII ordena uma investigação acerca dos bruxos, bruxas e bruxaria, com vistas a definir os sinais pelos quais se poderia reconhecer o pacto do indivíduo com o diabo.

Considerado um dos papas mais fracos do século XV, sua indicação aconteceu graças a um impasse na feroz disputa pelo papado entre os cardeais Bórgia e Giuliano della Rovere. Temerosos de que a disputa entre os dois levasse à escolha do cardeal Barbo, tido como homem de princípios rígidos e um possível reformador da Igreja, uniram forças e conseguiram eleger o inofensivo Cibo, que se tornou papa com o nome de Inocêncio VIII.

Foi o primeiro papa a  reconhecer publicamente seus filhos e filhas bastardos, para os quais procurou arranjar casamentos vantajosos. Um de seus filhos, Franceschetto, tornou-se conhecido por seus excessos, e deve ter dado um bocado de dor de cabeça, até que o papa conseguiu casá-lo com uma das filhas do poderoso Lourenço de Médici, Madalena.

Seu papado foi gasto com os luxos e as disputas  políticas usuais da época. Para elevar a arrecadação, aumentou o número de cargos negociáveis, e acabou perdendo o controle da corrupção dos seus administradores, o que resultou no escândalo da venda de bulas falsificadas.

Teve o mérito de apoiar a proposta de Cristóvão Colombo junto ao rei  de Espanha, mas também promulgou o édito expulsando da Espanha todos os judeus não convertidos ao cristianismo.

Em 1492, Inocêncio VIII tornou-se a  primeira pessoa a receber uma transfusão de sangue, numa tentativa desesperada de reanimá-lo quando já estava em coma. Não resolveu e os três jovens doadores também morreram pouco depois, possivelmente devido à perda de sangue ou embolia. Infelizmente para milhares de pessoas, principalmente mulheres, que  foram as mais afetadas, Inocêncio VIII logo no início de seu pontificado teve a atenção voltada para a questão da bruxaria, e emitiu em dezembro de 1484 a bula “Summis desiderantes affectibus”. Os dois inquisidores dominicanos encarregados do assunto, Heinrich Kramer e James Sprenger produziram em seguida um dos mais tenebrosos documentos já escritos, o “Malleus Maleficarum” (Martelo das Feiticeiras), no qual apresentaram justificativas teológicas e “oficializaram” as superstições da época que provocavam a perseguição às supostas bruxas, e que logo se tornou o manual dos que se dedicavam a essa tarefa.

A importância histórica desta bula é que por meio dela a Igreja reconheceu a existência das bruxas e da bruxaria e deste modo autorizou as perseguições que se seguiram, não só na Alemanha, mas em todos os outros países em que tinha influência.

A bula foi julgada necessária devido à  resistência de autoridades eclesiásticas e civis em apoiar o “trabalho” dos dois fanáticos inquisidores no Sul da Alemanha.

Curiosamente, no fim da Idade Média, enquanto a fé medieval recuava em proveito da filosofia greco-romana, é que as pretensas feiticeiras são designadas para a vingança pública.

Na Idade Média não se queimavam as feiticeiras e sim se as expunham e a tratvam como pobres loucas. Tudo muda a partir do momento em que desaparece a Inquisição na França e nos países germânicos. Os tribunais civis herdam os processos de bruxaria e os juízes, à diferença dos inquisidores, acreditam plenamente no poder maléfico das bruxas, Em consequência a fazem queimar a exemplo dos heréticos.

A caça às bruxas é um fenômeno característico da Renascença – fim do século XV, séculos XVI e XVII. Começam por volta de 1430 e a maior parte tem lugar entre 1560 e 1630. Entre 30 e 60 mil infelizes foram enviadas à fogueira em cerca de dobro de processos.

Essas perseguições seviciavam com mais intensidade nas regiões germânicas e sobretudo na Suíça. Somente no cantão de Vaud, pôde-se contar um total de 1.700 fogueiras. A última bruxa, Anna Göldi, foi decapitada em 1782 no cantão suíço de Gladis. Foi reabilitada em 28 de agosto de 2008
na Santa inquisição :

Por intermédio da bula de 5 de dezembro de 1484, o papa Inocêncio VIII ordena uma investigação acerca dos bruxos, bruxas e bruxaria, com vistas a definir os sinais pelos quais se poderia reconhecer o pacto do indivíduo com o diabo.

Considerado um dos papas mais fracos do século XV, sua indicação aconteceu graças a um impasse na feroz disputa pelo papado entre os cardeais Bórgia e Giuliano della Rovere. Temerosos de que a disputa entre os dois levasse à escolha do cardeal Barbo, tido como homem de princípios rígidos e um possível reformador da Igreja, uniram forças e conseguiram eleger o inofensivo Cibo, que se tornou papa com o nome de Inocêncio VIII.

Foi o primeiro papa a  reconhecer publicamente seus filhos e filhas bastardos, para os quais procurou arranjar casamentos vantajosos. Um de seus filhos, Franceschetto, tornou-se conhecido por seus excessos, e deve ter dado um bocado de dor de cabeça, até que o papa conseguiu casá-lo com uma das filhas do poderoso Lourenço de Médici, Madalena.

Seu papado foi gasto com os luxos e as disputas  políticas usuais da época. Para elevar a arrecadação, aumentou o número de cargos negociáveis, e acabou perdendo o controle da corrupção dos seus administradores, o que resultou no escândalo da venda de bulas falsificadas.

Teve o mérito de apoiar a proposta de Cristóvão Colombo junto ao rei  de Espanha, mas também promulgou o édito expulsando da Espanha todos os judeus não convertidos ao cristianismo.

Em 1492, Inocêncio VIII tornou-se a  primeira pessoa a receber uma transfusão de sangue, numa tentativa desesperada de reanimá-lo quando já estava em coma. Não resolveu e os três jovens doadores também morreram pouco depois, possivelmente devido à perda de sangue ou embolia.

Infelizmente para milhares de pessoas, principalmente mulheres, que  foram as mais afetadas, Inocêncio VIII logo no início de seu pontificado teve a atenção voltada para a questão da bruxaria, e emitiu em dezembro de 1484 a bula “Summis desiderantes affectibus”. Os dois inquisidores dominicanos encarregados do assunto, Heinrich Kramer e James Sprenger produziram em seguida um dos mais tenebrosos documentos já escritos, o “Malleus Maleficarum” (Martelo das Feiticeiras), no qual apresentaram justificativas teológicas e “oficializaram” as superstições da época que provocavam a perseguição às supostas bruxas, e que logo se tornou o manual dos que se dedicavam a essa tarefa.

A importância histórica desta bula é que por meio dela a Igreja reconheceu a existência das bruxas e da bruxaria e deste modo autorizou as perseguições que se seguiram, não só na Alemanha, mas em todos os outros países em que tinha influência.

A bula foi julgada necessária devido à  resistência de autoridades eclesiásticas e civis em apoiar o “trabalho” dos dois fanáticos inquisidores no Sul da Alemanha.

Curiosamente, no fim da Idade Média, enquanto a fé medieval recuava em proveito da filosofia greco-romana, é que as pretensas feiticeiras são designadas para a vingança pública.

Na Idade Média não se queimavam as feiticeiras e sim se as expunham e a tratvam como pobres loucas. Tudo muda a partir do momento em que desaparece a Inquisição na França e nos países germânicos. Os tribunais civis herdam os processos de bruxaria e os juízes, à diferença dos inquisidores, acreditam plenamente no poder maléfico das bruxas, Em consequência a fazem queimar a exemplo dos heréticos.

A caça às bruxas é um fenômeno característico da Renascença – fim do século XV, séculos XVI e XVII. Começam por volta de 1430 e a maior parte tem lugar entre 1560 e 1630. Entre 30 e 60 mil infelizes foram enviadas à fogueira em cerca de dobro de processos.

Essas perseguições seviciavam com mais intensidade nas regiões germânicas e sobretudo na Suíça. Somente no cantão de Vaud, pôde-se contar um total de 1.700 fogueiras. A última bruxa, Anna Göldi, foi decapitada em 1782 no cantão suíço de Gladis. Foi reabilitada em 28 de agosto de 2008

 Fonte : Superinteressante ..
               Operamundi.uol

Assista o vídeo Explicando cada passo que o Martelo das feiticeiras usou para virar a constituição da santa inquisição ...





quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Guerras religiosas conflitos atuais ao redor do mundo


Guerras Religiosas No Mundo Atual
As guerras são problemas que assolam a humanidade desde o início de nossa existência na terra. A intolerância em relação as diferenças, seja de natureza social, racial e religiosa. É um fator relevante, ou seja, é o "combustível" que alimenta as guerras de um modo geral, e portanto religiosa.
   Ainda que taxamos de "guerra religiosa", entretanto está muito ligada a política, raça e classe social em minha concepção. Vemos diariamente nos jornais a histórica briga entre judeus ( Israel ) e muçulmanos (palestina) na faixa de Gaza. O eterno conflito no oriente médio que já ceifou centenas de milhares de vidas.
   Vejo sempre no jornal as expressões: Oriente e Ocidente, como se existissem dois planetas. Como se existissem duas classes de seres humanos. Entretanto o que difere um ser humano de outro, é a condição financeira, intelectual. Porque na essência somos todos iguais. Possuímos dois olhos, dois braços, um só corpo, uma só vida e quando acaba todos somos iguais somente ossos nos sobram ...
   Vida essa que muitas vezes é interrompida no vídeo game da "vida real" pelo senhor da guerra. O rei intolerante e sedento de poder, que compra seus tesouros, bebe o seu vinho especial, pagando com o sangue daqueles que morreram em combate.
   Sempre ouvi dizer que a vida é um dom de Deus... E que somente o criador poderia ceifá-la. Filosófico demais para a nossa realidade, no mundo atual. Um mundo carente de amor ao próximo, de intolerância, de respeito ao que é diferente. No mundo do verbo TER e não o SER, brincamos de Deus e ceifamos vidas em nome de uma "guerra santa".
   Enquanto uma nação se julgar superior a outra, intolerante e fanática pelo poder, haverá guerra. E na guerra o "troféu dos vencedores", se é que há, são inúmeras vidas ceifadas.  
Depois da II Guerra Mundial, a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que colocava em pauta o “respeito universal e observância dos direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião”. O ideal foi reforçado em 1999, ano em que líderes budistas, protestantes, católicos, cristãos ortodoxos, judeus, muçulmanos e de várias outras religiões se reuniram para assinar o Apelo Espiritual de Genebra. O documento pedia aos líderes políticos e religiosos algo simples: a garantia de que a religião não fosse mais usada para justificar a violência.
Passados muitos anos e outras muitas tentativas de garantir a liberdade religiosa, grande parte dos conflitos que hoje acontecem no mundo ainda envolve crenças e doutrinas, que se misturam a uma complexa rede de fatores políticos, econômicos, raciais e étnicos. De “A a T”, conheça sete conflitos atuais que têm, entre suas motivações, a intolerância religiosa:

1. Afeganistão

Grupos em conflito: fundamentalistas radicais muçulmanos e não-muçulmanos
O Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande, passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder no país, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimento fundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficos afegãos que buscam combater o Regime Talibã.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber o apoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos e aliados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmico responsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internos no país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.

2. Nigéria

Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
Não é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, de aproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 grupos étnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivando constantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estão também os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam as porções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país, motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte de legislação nos estados do norte. A violência no pais já matou mais de 10 mil pessoas e deixou milhares de refugiados.

3. Iraque

Grupos em conflito: xiitas e sunitas
Diferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugar em território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e também violências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, grupos militantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governo iraquiano estima que, entre 2004 e 2011,cerca de 70 mil pessoas tenham sido mortas.

4. Israel

Grupos em conflito: judeus e muçulmanos
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Um ano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou uma guerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado. Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deu início às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem até chegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental de Jerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.
Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupo fundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terrorista pelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partido que prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder da Faixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaram até fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação de um governo. Mas segundo o site da Al Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, a rixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos dois territórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar a vencer no processo eleitoral.

5. Sudão

Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
A guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos, que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1 milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal grupo rebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim à guerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foi chamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio pelo então secretário de estado norte-americano Colin Powell, em 2004.

6. Tailândia

Grupos em conflito: budistas e muçulmanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.

7. Tibete

Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.

 Fonte revista SuperInteressante ...

A verdade por trás da renuncia do Papa Bento XVI

Bento XVI renunciou para evitar Apreensão de riquezas da Igreja e sua prisão...
Papa Bento XVI renunciou para evitar a apreensão da riqueza da igreja e sua prisão até a Páscoa – Nota Diplomática foi emitida para o Vaticano pouco antes de sua renúncia
O Novo Papa e clero católico enfrentarão acusação e prisão como “Easter Reclamation” o plano continua.
Um lançamento da Global Media e declaração do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS)




Bruxelas:
A renúncia historicamente sem precedentes de Joseph Ratzingercomo Papa esta semana foi obrigado por uma ação futura por um governo europeu para emitir um mandado de prisão contra Ratzinger e uma garantia pública contra bens do Vaticano e haveres até a Páscoa.
O ITCCS Escritório Central em Bruxelas é obrigado por abdicação súbita do Papa Bento XVI para divulgar os seguintes detalhes:

1. Na sexta-feira, 1 fevereiro, 2013, com base em provas fornecidas pelo nosso Tribunal de Direito afiliado Comum de Justiça (itccs.org), nosso Escritório concluiu um acordo com representantes de uma nação europeia e os seus tribunais para garantir um mandado de captura contra Joseph Ratzinger , também conhecido como o Papa Bento XVI, por crimes contra a humanidade e ordenando uma conspiração criminosa.

2. Este mandado de prisão era para ser entregue ao escritório da “Santa “, em Roma, em sexta-feira 15 fevereiro, 2013. Ele permitiu que o país em questão para deter Ratzinger como suspeito de um crime, se ele entrasse em seu território soberano.

3. Uma nota diplomática foi emitida pelo governo do país disse para Secretário do Vaticano de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, na segunda-feira 4 de fevereiro, 2013, informandoBertone do mandado de detenção iminente e convidando seu escritório para cumprir. Sem resposta a esta nota foi recebida de Cardeal Bertone ou seu escritório, mas seis dias depois, o Papa Bento demitiu-se.

4.O acordo entre o nosso Tribunal e a nação, disse incluiu uma disposição segundo a emissão de uma garantia comercial através dos tribunais daquele país contra a propriedade e a riqueza da Igreja Católica Apostólica Romana na Páscoa em 31 março de 2013 ,domingo . Esta garantia deveria ser acompanhado por um público e global “Campanha de Páscoa de Recuperação”, pelo qual a propriedade da igreja católica era para ser ocupada e reivindicado por cidadãos como bens públicos perdidos sob o direito internacional e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.

5.É a decisão do nosso Tribunal e do governo do país disse para prosseguir com a prisão de Joseph Ratzinger sobre a sua desocupação do escritório do Romano Pontífice, sob a acusação de crimes contra a humanidade e conspiração criminosa.


6. É a nossa decisão ainda mais para continuar, bem como com o indiciamento e prisão de sucessor de Joseph Ratzinger como Papa sob as mesmas acusações, e para fazer valer a garantia comercial e ” Campanha de Recuperação da Pascoa ” contra a Igreja Católica Romana, como planejado. No fechamento, o nosso Tribunal reconhece que a cumplicidade do Papa Bento XVI em atividades criminosas do Banco do Vaticano (IOR) foi convincente sua demissão eventual pelos mais altos funcionários do Vaticano.Mas de acordo com nossas fontes, o secretário de Estado, Tarcisio Bertone forçou a renúncia de Joseph Ratzinger imediatamente, e em resposta direta à nota diplomática relativa ao mandado de prisão que foi dado a ele pelo governo do país disse em 4 de fevereiro de 2013.
Apelamos a todos os cidadãos e governos para ajudar os nossos esforços para desestabilizar legalmente e diretamente o Vaticano, Inc. e prender seus diretores e membros do clero que são cúmplices em crimes contra a humanidade e da conspiração criminal em curso para ajudar e proteger tortura e tráfico de crianças.

Continuando ...

Logo após a sua demissão histórica do cargo de papa em 11 de fevereiro, Joseph Ratzinger foi condenado por crimes contra a humanidade em 25 de fevereiro de 2013 pelo Tribunal de justica em Direito Comum Internacional e por cidadãos globais com sede em Bruxelas que emitiram um mandado de prisão contra ele. Desde então, ele tem fugido e evitado ser preso dentro da cidade do vaticano sob um decreto do atual Papa Francisco.
O surgimento desta nova evidência da cumplicidade do vaticano no assassinato de crianças levou um grupo de políticos italianos a concordar em trabalhar com as ITCCS para enfrentar o papado com a lei da Corte da Justica Comum contra o atual Papa Francisco, Jorge Bergoglio, por acolher e esconder Ratzinger e pela sua própria cumplicidade em crimes de guerra. Os políticos tem estado em negociações a portas fechadas com representantes ITCCS desde 22 de setembro.
“Nós estamos fazer uma revisão e não abolir Tratado de Latrão do nosso país com o Vaticano, cujas ações em abrigar estupradores de crianças certamente atendem à definição de uma organização criminosa transnacional no âmbito do direito internacional”, afirmou um porta-voz de um dos políticos.
Em resposta, durante a mesma semana de 7 de outubro, quando essas novas alegações vieram à tona, o Vaticano iniciou uma série de ataques contra grupos ITCCS na Europa envolvidos em documentar o envolvimento da Igreja no ritual de culto assassinato.
Agentes pagos sabotaram o trabalho do ITCCS na Holanda e na Irlanda, durante essa semana, e em 14 de outubro, o site principal ITCCS foi destruído pelos mesmos sabotadores.
Fontes políticas em Roma, revelaram que esses ataques foram pagos e coordenados pelo Escritório da agência de espionagem do Vaticano conhecida como a “Santa Aliança” ou a entidade e seus filiados, o Sodalício Pianum, fundada em Roma, em 1913. Eles também envolveram os agentes do Núncio Apostólico da Holanda, o arcebispo André Dupuy, que fez o contato direto com dois dos sabotadores “, Mel e Richard Ve”, e com o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, que também pagou suborno para atrapalhar e impedir ITCCS de trabalhar na Irlanda.
“Obviously the Vatican is panicking. This is a good sign” commented ITCCS Field Secretary Kevin Annett today from New York City.
“Obviamente, o Vaticano está em pânico. Isso é um bom sinal “, comentou o Secretário de Campo do ITCCS Kevin Annett hoje de Nova Iorque.
“A maré política mudou contra a igreja, não é mais possível se esconder dos assassinos de crianças atrás do Tratado de Latrão. E, em sua agonia, a hierarquia da Igreja está usando seus métodos usuais de mentiras e desinformação tentando mudar o foco de sua própria culpa criminal.”
Em resposta a essa descoberta e os renovados ataques a seu trabalho, a Direcção Central ITCCS em Bruxelas fez hoje o seguinte anúncio para mídia mundial e de suas afiliadas nos vinte e seis países:
No mês de novembro, a nossa rede vai convocar uma conferência de imprensa mundial em Roma, com políticos italianos e anunciar uma nova fase de nossa campanha para desestabilizar o poder secular do Vaticano. Esta campanha irá incluir o lançamento de uma nova ação judicial de direito comum contra o atual Papa Francisco e seus agentes por cumplicidade em crimes contra a humanidade e participacão em rituais em cultos e assassinatos.
Para salvaguardar esses esforços, p nosso Web site principal em www.itccs.org foi restaurado e protegido com novos recursos de segurança. Além disso, a partir de agora, todas as seções ITCCS irá operar sob uma Carta oficial, que todos os membros devem assinar e jurar. Uma cópia desta carta será afixada no itccs.org e distribuída em todas as nossas seções.
 A título de informação, no nosso site na televisão ex-www.itccs.tv foi comprometida e apreendidas pelos agentes pagos conhecidos pelos apelidos “Mel e Richard Ve”, que estão agindo em oposição deliberada aos ITCCS para denegrir o nosso trabalho e o bom nome de Kevin Annett, nosso Secretário. Nem “Mel e Richard Ve” e nem o site itccs.tv é parceiro ou de qualquer forma representam os ITCCS.
Jorge Bergoglio (aliás Papa Francisco) e outras autoridades do Vaticano estão agora sob investigação criminal por crimes hediondos que envolvem o tráfico, tortura e assassinato de crianças. Aconselhamos a todas as pessoas a abster-se de ajudar Bergoglio e seus agentes, sob pena de condenação sumária por participar de uma conspiração criminosa comprovada que emana da Curia e do Gabinete do Romano Pontífice.
Esta declaração foi emitida em 28 de outubro de 2013 pela Direcção Central do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado, em Bruxelas, na Bélgica.
Qualquer informações novas que aparecerem serão prontamente atualizadas em uma nova postagem ...
 Fontes : http://itccs.org/2013/10/28/i-saw-joseph-ratzinger-murder-a-little-girl-eyewitness-to-a-1987-ritual-sacrifice-confirms-account-of-toos-nijenhuis-of-holland/
                      http://thoth3126.com.br  

Bem vindos ao blog do grupo Ateu à Toa


 Bem vindos essa é a nossa primeira postagem no Blog Ateu à Toa espero que vocês gostem e deem suas sugestões pois a intenção é sempre fornecer novidades e matérias direcionadas ao nosso publico em geral  e vamos que vamos com a ajuda de nós mesmo porque se ajoelhar e esperar que caia do céu não vai dar em porra nem uma ...